quarta-feira, 2 de julho de 2008














Essa é para quem leu o livro: "Olho e o Cérebro" do Meyer. Ele lá descreve em detalhes a longa batalha dos Frenologistas, que acreditavam que se um indíviduo enxergasse melhor que outro deveria ter alguma diferenciação anatômica, notem nesse livro de Traité de phrénologie humaine et comparée do Vimont, Joseph de 1832, a imagem símbolo para nós neurofisiologistas da Visão (Notem as protuberâncias no osso frontal do homem à direita). Frenologia é o estudo da estrutura do crânio de modo a determinar o carácter da pessoas e a sua capacidade mental. Esta pseudociencia baseia-se na falsa assunção de que as faculdades mentais estão localizadas em "orgãos" cerebrais na superficie deste que podem ser detectados por inspecção visual do crânio. O fisico vienense Franz-Joseph Gall (1758-1828) afirmou existirem 26 "orgãos" na superficie do cérebro que afectam o contorno do crânio, incluindo um "orgão da morte" presente em assassinos. Gall era advogado do principio "use-o ou deixe-o". Os orgãos do cérebro que eram usados tornavam-se maiores e os não usados encolhiam, fazendo o crânio subir ou descer com o desenvolvimento do orgão. Estes altos e baixos reflectiam, de acordo com Gall, àreas especificas do cérebro que determinam as funções emocionais e intelectuais de uma pessoa. Gall chamou a este estudo "cranioscopia." (in:http://skepdic.com/brazil/frenologia.html)

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